Estudei superficialmente algumas religiões e cada uma deixava em mim uma impressão de amor, solidariedade, paz, fraternidade, união, esperança, bondade, quietude, servir ao outro, humildade, humanismo, respeito e fé...
Em diversos momentos senti a presença de Deus na minha vida... mesmo sendo filha de ateus, passei um período em colégio de freiras da igreja católica, e busquei e testei diversas teorias e rituais, mas sentia a presença divina nas horas em que a vida estava me dando uma trégua... porque isso eu já sei: a vida de tempos em tempos nos dá uma trégua... seja por uma nova paixão que nos faz olhar a nossa volta como se a vida fosse perfeita, seja por um momento de solidariedade que enche seu coração de esperança, seja por ter acontecido a realização de um sonho... o fato é que de tempos em tempos a vida nos dá uma trégua... uma trégua desse aprendizado aqui... dessa etapa da evolução espiritual.
E contrariando o desafio de alguns ateus não eram os momentos de medo e desespero que eu me agarrava à fé... e isso se tornou um hábito: ir ao encontro do divino nos momentos de paz e silencio da alma... nisso a meditação é a ferramenta primordial!
E no desespero ou tristeza profunda?! Bem... nessas horas lembro que sou filha de ateus graças a Deus!
E contrariando o desafio de alguns ateus não eram os momentos de medo e desespero que eu me agarrava à fé... e isso se tornou um hábito: ir ao encontro do divino nos momentos de paz e silencio da alma... nisso a meditação é a ferramenta primordial!
E no desespero ou tristeza profunda?! Bem... nessas horas lembro que sou filha de ateus graças a Deus!