Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
terça-feira, abril 30, 2019
De Volta a Lisboa
Passamos uns dias no Porto e não conseguimos entrar na famosa livraria Lello que inspirou a autora de Harry Potter, J. K. Rowling... a foto ao lado foi num dia de domingo em que finalmente não havia filas do lado de fora e nem superlotação do lado de dentro, pois estava fechada...
De volta a Lisboa cheguei à conclusão de minha fantasias de que eu entraria numa livraria tranquila e silenciosa e ainda teria a chance de folhear alguns livros e talvez ler o trecho de algumas poesias de escritores locais não seriam possíveis na alta temporada! E talvez, não haja baixa temporada para a Lello.
Tudo bem... uma amiga otimista costumava dizer que eram pretextos que deixávamos nas cidades que gostávamos para um retorno em breve! E porque não?! Tentarei novamente em outra ida.
Afinal, os pontos turísticos são concorridos mas em uma hora ou em outra conseguimos um momento menos tumultuado ou um espírito mais animado e disposto a tratar o tumulto com naturalidade e até uma certa frieza... estou acostumada a isso pois venho da "Cidade Maravilhosa" e já passei meu cotidiano em muitos cartões postais! (oops! essa história de cartão postal entraga um pouco a minha falta de atualização... depois vou pesquisar o termo atual!)
Engraçado que minha Mãe, ateia, passeando pela Europa (fora de Roma) com uma amiga que tinha um primo padre conseguiu assistir a uma missa com a presença do Papa e euzinha que fui até Roma, encarei filas para ver de perto a Capela Sistina, comprei lenços para cobrir os ombros e o colo para poder entrar nas missas embora estivesse no verão de agosto europeu, nem de perto consegui sonhar em ver o Papa...
Meu timing não está para os famosos por enquanto...
sábado, abril 27, 2019
"Tenho Que..."
Depois de passar algumas décadas fazendo o que eu achava que tinha que fazer eu descobri que ninguém "tem que" nada!
Mas então de onde eu tirei isso?!?
Provavelmente de uma leitura de mundo da época em que os medos eram histórias de personagens infantis... porque não lembro muito da época em que eu fazia alguma coisa apenas porque tive vontade sem me preocupar com julgamentos, consequências, passado ou futuro...
Devemos ser inconsequêntes então? Se for para nos sentirmos bem, SIM!
A questão não é a inconsequência ou não, a questão é a sensação de obrigação.
Uma amiga minha já presenciou um suicídio na família e todos à volta ficamos muito sensibilizados e pensativos e revendo nossos conceitos quando uma tragédia dessas está tão perto de nós.
Lembrei logo de uma tia cuja vida era tão pesada que também desistiu de viver e se suicidou... como foi devastador assistir ao meu primo saindo do local da morte devastado... como foi triste ficar com a saudade daquela tia tão amada, tão querida... e a sensação de que poderíamos ter dito algo ou feito algo para amenizar o sofrimento dela que levou até um gesto tão difícil desse.
Muitas coisas ruins saltam aos meus olhos quando lembro de tantos "tenho que" que passaram pela minha cabeça durante a minha vida... e o quanto foi libertador me dar conta de que ninguém "tem que" nada!
E isso é apenas uma mudança de perspectiva sabe? Você já se surpreendeu com a mudança de visual de uma mesma cidade quando vista sob outra perspectiva como a do alto do céu pela janelinha do avião?
Pois foi isso que aconteceu comigo... olhando para trás vejo que eu poderia ter estudado para as minhas provas da faculdade com mais leveza e felicidade sem a cobrança interna de "ter que" estudar. E quantas tantas coisas que eu gostei e passei a fazer por obrigação?!
Interpretei a ideia de ter as rédeas do meu destino nas minhas mãos como um fardo de carregar as consequências dos meus atos.
Olhando daqui agora dos meus 46 aninhos de vida, posso dizer que conviver com as consequencias dos meus atos é a sensação mais libertadora que tenho hoje! A convicção de que vou colher o que estou plantando é sensacional!
Mas então de onde eu tirei isso?!?
Provavelmente de uma leitura de mundo da época em que os medos eram histórias de personagens infantis... porque não lembro muito da época em que eu fazia alguma coisa apenas porque tive vontade sem me preocupar com julgamentos, consequências, passado ou futuro...
Devemos ser inconsequêntes então? Se for para nos sentirmos bem, SIM!
A questão não é a inconsequência ou não, a questão é a sensação de obrigação.
Uma amiga minha já presenciou um suicídio na família e todos à volta ficamos muito sensibilizados e pensativos e revendo nossos conceitos quando uma tragédia dessas está tão perto de nós.
Lembrei logo de uma tia cuja vida era tão pesada que também desistiu de viver e se suicidou... como foi devastador assistir ao meu primo saindo do local da morte devastado... como foi triste ficar com a saudade daquela tia tão amada, tão querida... e a sensação de que poderíamos ter dito algo ou feito algo para amenizar o sofrimento dela que levou até um gesto tão difícil desse.
Muitas coisas ruins saltam aos meus olhos quando lembro de tantos "tenho que" que passaram pela minha cabeça durante a minha vida... e o quanto foi libertador me dar conta de que ninguém "tem que" nada!
E isso é apenas uma mudança de perspectiva sabe? Você já se surpreendeu com a mudança de visual de uma mesma cidade quando vista sob outra perspectiva como a do alto do céu pela janelinha do avião?
Pois foi isso que aconteceu comigo... olhando para trás vejo que eu poderia ter estudado para as minhas provas da faculdade com mais leveza e felicidade sem a cobrança interna de "ter que" estudar. E quantas tantas coisas que eu gostei e passei a fazer por obrigação?!
Interpretei a ideia de ter as rédeas do meu destino nas minhas mãos como um fardo de carregar as consequências dos meus atos.
Olhando daqui agora dos meus 46 aninhos de vida, posso dizer que conviver com as consequencias dos meus atos é a sensação mais libertadora que tenho hoje! A convicção de que vou colher o que estou plantando é sensacional!
Dinheiro para quê?
Para quê eu quero dinheiro?
Essa pergunta é quase tão abrangente quanto a pergunta quem sou eu...
O dinheiro é um instrumento que serve para viabilizar tantos projetos que nem sabemos muito ao certo para o quê queremos dinheiro. Acho que no decorrer da vida, deixamos de fazer tantas coisas por falta de dinheiro que em algum momento passamos a desejar apenas o dinheiro como forma de simplificar as frustrações pelos projetos não executados...
Porém, com o estudo de terapias holística que venho fazendo reconheço em mim uma certa preguiça de executar maus objetivos e alcançar meus sonhos... se o dinheiro é uma ferramenta, porque não substitui por outra ferramenta na falta desta? Ou mesmo porque me perdi no caminho de busca pelo dinheiro e esqueci de retornar ao objetivo inicial quando já havia acumulado o dinheiro do projeto inicial? Porque outros projetos foram substituindo os anteriores?
Hoje, percebo, sem mais delongas, que meu objetivo se tornou um só: acumular dinheiro. E esse objetivo ficou tão vazio quanto uma tela em branco com pincéis e tintas para um artista que não produz.
Por isso estou retomando aqui meus escritos, afinal, queria dinheiro para poder viver da escrita e isso me afastou da escrita de tal maneira que nem lembrava mais que eu escrevia!
Afinal, a pergunta sobre quem eu sou tem parte da resposta nos valores que cultivo e se me senti vazia com a conta bancária abastada e a criatividade sufocada, uma boa pista dos meus valores passa pelo valor da criação, que também significa transformação.
Queria muito ajudar a transformar a vida das pessoas por meio dos meus relatos escritos. E reparei que ultimamente, nem mesmo quem adora ler, como eu, tem encontrado tempo e espaço para isso. Mas para um videozinho de 3 ou 4 minutos nós arrumamos tempo. Talvez pela praticidade.
Então, meu projeto poderia ser escrever mas acho que na atualidade eu vou conseguir atingir mais pessoas e talvez consiga efetivamente ajudar quem precisa e eu posso ajudar por meio de vídeos. Logo, nesse primeiro momento preciso aprender a tal animação gráfica.
Até andei perguntando para o meu irmão que é da áre de TI e ele me disse para começar pelo GIMP. Já baixei o programa e dei uma olhada. Achei bem difícil mas pode ser mais uma procrastinação!
Essa é minha dica de hoje: se as coisas não estão acontecendo é porque você parou de fazê-las acontecer, então, alimente-se, descanse e mão à obra!
Essa pergunta é quase tão abrangente quanto a pergunta quem sou eu...
O dinheiro é um instrumento que serve para viabilizar tantos projetos que nem sabemos muito ao certo para o quê queremos dinheiro. Acho que no decorrer da vida, deixamos de fazer tantas coisas por falta de dinheiro que em algum momento passamos a desejar apenas o dinheiro como forma de simplificar as frustrações pelos projetos não executados...
Porém, com o estudo de terapias holística que venho fazendo reconheço em mim uma certa preguiça de executar maus objetivos e alcançar meus sonhos... se o dinheiro é uma ferramenta, porque não substitui por outra ferramenta na falta desta? Ou mesmo porque me perdi no caminho de busca pelo dinheiro e esqueci de retornar ao objetivo inicial quando já havia acumulado o dinheiro do projeto inicial? Porque outros projetos foram substituindo os anteriores?
Hoje, percebo, sem mais delongas, que meu objetivo se tornou um só: acumular dinheiro. E esse objetivo ficou tão vazio quanto uma tela em branco com pincéis e tintas para um artista que não produz.
Por isso estou retomando aqui meus escritos, afinal, queria dinheiro para poder viver da escrita e isso me afastou da escrita de tal maneira que nem lembrava mais que eu escrevia!
Afinal, a pergunta sobre quem eu sou tem parte da resposta nos valores que cultivo e se me senti vazia com a conta bancária abastada e a criatividade sufocada, uma boa pista dos meus valores passa pelo valor da criação, que também significa transformação.
Queria muito ajudar a transformar a vida das pessoas por meio dos meus relatos escritos. E reparei que ultimamente, nem mesmo quem adora ler, como eu, tem encontrado tempo e espaço para isso. Mas para um videozinho de 3 ou 4 minutos nós arrumamos tempo. Talvez pela praticidade.
Então, meu projeto poderia ser escrever mas acho que na atualidade eu vou conseguir atingir mais pessoas e talvez consiga efetivamente ajudar quem precisa e eu posso ajudar por meio de vídeos. Logo, nesse primeiro momento preciso aprender a tal animação gráfica.
Até andei perguntando para o meu irmão que é da áre de TI e ele me disse para começar pelo GIMP. Já baixei o programa e dei uma olhada. Achei bem difícil mas pode ser mais uma procrastinação!
Essa é minha dica de hoje: se as coisas não estão acontecendo é porque você parou de fazê-las acontecer, então, alimente-se, descanse e mão à obra!
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