Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
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sexta-feira, dezembro 13, 2024

Ser Especial - uma proposta

Uma coisa que me chama muita atenção é o quanto todos nós queremos nos sentir especiais de alguma forma... 

Já vivi alguns amores, já vivi algumas paixões, já tive relacionamentos bons e ruins... e vejo que as relações entre as pessoas é cheia de encontros, desencontros, entendimentos, desentendimentos, construtivas, destrutivas, que aquecem o coração e a alma, que ferem e magoam os egos, que enaltecem valores, que destroem sonhos, que constroem verdadeiras e sólidas bases, que abalam as estruturas, que fortalecem o ser... e poderia escrever muitas páginas sobre o quanto as nossas relações traduzem o que é o viver... acredito que estamos aqui nesse plano de existência (seja ele único ou não) para nos relacionarmos uns com os outros, e a partir disso, aprendermos, crescermos e nos modificarmos mutuamente... E talvez por ter observado a importância das relações interpessoais seja tão mais fácil, hoje, identificar quando uma pessoa traz um potencial de algo que pode se traduzir em uma oportunidade única...

Os encontros dependem de muitas variáveis... e o momento (ou o timing ou o senso de oportunidade) pode ser uma das mais importantes – depois que acontece a mágica da química que resulta nessa combinação (nesse match).

E eu estou falando de uma química que pode ser para qualquer tipo de relação: amizade, trabalho, romance, enfim... sabe quando o "santo bate"? quando ocorre uma simpatia mútua, uma espécie de boa vontade recíproca? 

Mas o fato é que a partir desse "Opa! Houve um encontro aqui!", podemos tomar o rumo que quisermos... contudo... se percebemos que estamos caminhando na mesma direção, a possibilidade de seguirmos juntos, nessa estrada chamada vida, é muito maior... podemos ajustar o ritmo, combinar pontos de encontro quando não for possível esse ajuste, podemos dar o destino que quisermos ao que parece ter sido um acaso... e acredito fielmente que seja a partir de uma comunicação honesta e sincera que algo de muito mágico pode surgir daí. 

E essa minha crença tem alguma experiência por trás, como em relações familiares, de amizade e profissionais, mas ainda não consegui experimentar numa relação amorosa... e é o que chamo de parceria. Vem do dito popular "antes só que mal acompanhado" que parafraseio com "antes bem acompanhado do que só"!

Bem... isso tudo para dizer que nesse exato momento da minha vida, estou num desses encontros com um homem que parece a descrição romântica de uma literatura comercial e propagandeada aos quatro cantos por desenhos animados, filmes e livros, mas ao mesmo tempo sinto de forma tão intensa, tão real e concreta...

Então quero fazer o convite: "Vamos tentar uma comunicação honesta e sincera? E vamos ter a coragem de sermos nós mesmos com a consciência de que nossas imperfeições serão aceitas ou não pelo outro? Eu quero a chance de te conhecer, de me deixar conhecer, de ser e estar contigo conforme haja oportunidade para ambos, sem grandes sacrifícios, de maneira fluida... sem rótulos... sem disfarces... sem jogos... sem máscaras... com a liberdade de sermos... simplesmente sermos... e então, o que acha dessa proposta?".

Dá para entender o título? e a frase inicial? O meu convite pode ser traduzido como: você quer construir essa parceria e ser a minha pessoa especial a partir de agora? Você quer ser o meu par romântico? 

Se houver o querer de ambos, o resto podemos entender, aprender e combinar com o passar dos dias vividos...

segunda-feira, agosto 12, 2019

Resgate

Depois de algumas meditações, pesquisas, leituras, conversas, pensamentos e planejamentos decidi voltar a escrever sobre os meus dias... dessa vez com um propósito nada altruísta... gostaria apenas de me reconhecer nessas palavras quando for relê-las, já que ando me sentindo desconectada de mim.

Até falei com uma amiga sobre o conceito de carência que para mim seria exatamente isso: ausência de si.

Antes de ficar carente decidi preencher meus dias comigo! E para isso, precisarei me reencontrar.

Em algum momento eu já fui uma pessoa com mais disposição, mais ânimo, mais certezas... Tudo bem que na adolescência somos "donos da verdade" mas acho até que faz parte da tal autoafirmação. De toda sorte, quero reconhecer em mim meus padrões de crenças limitantes e cutucar de onde eles estão vindo.

Acredito que reler o que escrevo sobre meus pensamentos pode ser a melhor ferramenta para o resgate de mim em mim.

No meio do meu caminhar por muitas vezes fui uma pessoa disposta, com a vitalidade gritando por aventuras e atividades extras, minhas paixões me moveram por distâncias que eu nem sabia que eram possíveis... e quando olho para trás, não me reconheço em várias escolhas... como se alguma outra pessoa tivesse tomado minhas decisões no meu lugar!

Eu sei que fui eu mas não entendo o que passava pela minha cabeça naquele momento.

Para começar, estar mais disposta já vai me ajudar a executar qualquer projeto. E pelo que entendi de tudo que pesquisei os hábitos alimentares, as atividades físicas e a mente bem sintonizada, são a chave para o que eu procuro: disposição e desenvolvimento pessoal por meio do autoconhecimento!

Aproveitei uma viagem no mês passado para cortar o leite definitivamente do meu café da manhã e o açúcar industrializado. O leite eu já vinha diminuindo com o tempo, mas o açúcar industrializado... bem, estou passando maus bocados para não ingerir, tirando chocolates, balas, sobremesas portuguesas tais como pastel de natas, pães doces, bolinhos, geléias comuns, iogurtes comuns, dentre outros. Mas o pior tem sido a coca-cola que no passado já consegui ficar 6 anos ou mais (não lembro) sem beber refrigerante, porém adquiri o hábito de beber um golinho do meu marido aqui e acolá e acabei voltando ao vício da coca-cola! E até eu resolver tirar o açúcar da minha alimentação eu nem havia notado essa dependência toda.

Desde que li vários trechos do livro Sugar Blue, da década de 70, que condena os três industrializados brancos: sal, açúcar e trigo, que gostaria de reduzir o consumo desse trio.

O sal refinado eu acho pode ser substituído por sais mais saudáveis como o sal marinho e o sal do himalaya, mas ainda esto pesquisando sobre isso.

O trigo branco será meu maior desafio pois sou simplesmente louca por pães, qualquer tipo! O que tenho feito por mim tem sido comer mais os integrais e não colocar em todas as refeições. Contudo sei que precisarei de atitudes mais fortes.

Por ora, estou focando na substituição do açúcar por frutas.

Quanto as atividades físicas, hoje comecei meu dia levantando meia hora antes do sol nascer, segundo o aplicativo do "Metereologia" do meu IPhone que previa o nascer do sol às 6:39. E já vi que a manhã será às 6:40.

Pelo que entendi a sequência que escolhi de saudação ao sol, o 'Surya Namaskar', deveria ser executada minutos antes do nascer do astro rei para que a gente absorva essa energia tão poderosa. De fato, a minha idéia era voltar para a cama logo após a sequência e não consegui pois fiquei animadíssima!

Acabei lavando a louça do jantar de ontem, dobrando a roupa do varal para guardar e adiantando o café da manhã antes de chamar o marido para tomarmos café.

Porém, depois das 11:00 da manhã já estava morta com farofa! Então decidi dar uma cochiladinha antes do almoço. Foi ótimo pois acordei com aquela animação da manhã novamente.

(pergunto-me se um dos motivos do desânimo não seria o cansaço por não ter os descansos adequados)

Estou com vários projetos e com alguma dificuldade de coordenar a executação de todos durante o meu dia... então decidi ir aos poucos como todos os artigos que leio sobre mudança de hábitos indicam.

Para uma pessoa como eu que tem um histórico (para não dizer hábito) de fazer mudanças radicais de tudo e numa tacada só, já é uma boa mudança essa escolha de ir aos poucos.

Pensando no que meu psicólogo preferido (tive alguns) dizia sobre estabelecer metas pequenas e depois aumentá-las, e vejo que até para estabelecê-las será preciso testar aqui e acolá.

Então, a título de teste e com o ânimo renovado pela sequência de Surya Namaskar pode ser que minhas manhãs tenham um rendimento melhor.

Atualmente estou vivendo meu ano sem emprego. Mas devo confessar que achei que em 6 meses eu teria encontrado alguma coisa para fazer que pudesse prover minha subsistência... e como saí do útimo emprego em fevereiro, já estou partindo para o sétimo mês sem emprego e ainda não vislumbrei muito o que fazer.

Vale ressaltar que mudamos de país em abril, eu e meu marido, e viemos para Portugal pelo fato dele ter direito à dupla nacionalidade e pelo fato da legislação permitir a minha naturalização pelo casamento, já que somos casados há mais de cinco anos. E pelo que entendi atualmente o casamento já concede esse direito ao cônjuge de português a partir do terceiro ano.

O fato é que nesses quatro meses eu mal consegui um número de identificação fiscal e a inserção do meu nome no contrato de arrendamento (nome dado ao aluguel aqui em Portugal).

Fico por aqui hoje, dia 12 de agosto de 2019.








terça-feira, abril 30, 2019

De Volta a Lisboa


Passamos uns dias no Porto e não conseguimos entrar na famosa livraria Lello que inspirou a autora de Harry Potter, J. K. Rowling... a foto ao lado foi num dia de domingo em que finalmente não havia filas do lado de fora e nem superlotação do lado de dentro, pois estava fechada...
De volta a Lisboa cheguei à conclusão de minha fantasias de que eu entraria numa livraria tranquila e silenciosa e ainda teria a chance de folhear alguns livros e talvez ler o trecho de algumas poesias de escritores locais não seriam possíveis na alta temporada! E talvez, não haja baixa temporada para a Lello.
Tudo bem... uma amiga otimista costumava dizer que eram pretextos que deixávamos nas cidades que gostávamos para um retorno em breve! E porque não?! Tentarei novamente em outra ida.
Afinal, os pontos turísticos são concorridos mas em uma hora ou em outra conseguimos um momento menos tumultuado ou um espírito mais animado e disposto a tratar o tumulto com naturalidade e até uma certa frieza... estou acostumada a isso pois venho da "Cidade Maravilhosa" e já passei meu cotidiano em muitos cartões postais! (oops! essa história de cartão postal entraga um pouco a minha falta de atualização... depois vou pesquisar o termo atual!)
Engraçado que minha Mãe, ateia, passeando pela Europa (fora de Roma) com uma amiga que tinha um primo padre conseguiu assistir a uma missa com a presença do Papa e euzinha que fui até Roma, encarei filas para ver de perto a Capela Sistina, comprei lenços para cobrir os ombros e o colo para poder entrar nas missas embora estivesse no verão de agosto europeu, nem de perto consegui sonhar em ver o Papa...
Meu timing não está para os famosos por enquanto...