Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

domingo, novembro 14, 2010

Até!

Poupe meu coração!
Siga em silêncio...
Liberto minha imaginação e também sigo em silêncio...
Vejo sua fantasia e culpo minha agonia.

Enfim... agora são enfrentamentos... sem ilusão.
Mas vejo a compaixão da vida acariciando os cabelos da esperança e trazendo um pouco de cores ao quadro cinza da despedida...

sexta-feira, outubro 08, 2010

Perdão e Gratidão

Perdoe-me meu amor... sinto tanto a sua falta... transferi todo meu amor para o sentimento de rejeição que passou a fazer parte de todas as minhas decisões... depois de quase três décadas finalmente ouvi você me dizer o quanto você me amou... e eu que achei durante todo esse tempo que se o amor existisse ele por si só bastaria para fazer o mundo se calar, se curvar, se render à toda felicidade que haveria em um amor recíproco... e o que de fato vivemos foi muita dor, desencontros mil, dúvidas, decisões incoerentes com nossos corações... a juventude tem essas certezas que demoram mesmo a se revelar insensatas e contrárias à realidade... hoje, ainda tento reorganizar meus pensamentos diante das revelações e de memórias que tentei apagar em vão... que beijo, que pele, que sensações... obrigada por tudo meu amor!

sábado, setembro 11, 2010

Encontros e propósitos...

Sobre o flerte... ou talvez seja sobre a auto estima... ou sobre o sentimento de conquista...

Ela era apenas humana... e realmente ficou na dúvida se era desejo, ou saudade do sentimento de conquista... afinal, depois de três meses solteira, apesar de ter decidido internamente que ficaria à espera do parceiro ideal, não estava sendo fácil porque uma semana por mês ela se sentia na "semana da loba", aquela semana em que os instintos pareciam ter mais força que todos os valores morais juntos...

Ela havia passado 20 anos (desde os seus 15 anos de idade) praticando a entrega de alma no contato sexual com os parceiros que decidia ter essa intimidade. Mas muitos não entenderam que para uma alma reconhecer a outra, basta um olhar, um toque, o som de uma canção conhecida...

Tivera uma paixão na adolescência que fez com que ela se sentisse pronta para experimentar a monogamia mas talvez fosse cedo demais quando decidiu se casar novamente.

O resultado foi adiar mais alguns anos para descobrir que a tal monogamia só poderia ser da entrega mas jamais do desejo...!


sexta-feira, junho 04, 2010

Lições de Vida

E se ela abandonasse a culpa e aceitasse o querer da alma? Seria partida ao meio?!? No silêncio ouve-se um sussurro dizendo que a solidão pode ser tolerada em prol da realização dos sonhos... mas rapidamente os medos e convenções fazem barulho e ela fica na dúvida sobre o final da lição...

quinta-feira, maio 20, 2010

Aconteceu

Só ela sabia depois de inúmeras despedidas que aquela seria a última vez que ela teria coragem de transgredir. Afinal fizera um pacto de vida com sua alma gêmea e aceitou o desafio de assistir à felicidade do ser - sendo inteira!
Mesmo que seja mais difícil para aquelas pessoas que recolheram os caquinhos e conseguiram colar apenas com a cola da experiência.
Pois o que seria a experiência senão uma história vivida?!

sexta-feira, abril 02, 2010

Perdoe-me

Perdoe-me por prender você nos meus pensamentos!
Em momentos difíceis a simples lembrança da sua docilidade me reconforta... em momentos felizes a lembrança da sua sexualidade me encanta... enfim... tenho feito alguns trabalhos de devolução dos fragmentos de alma que venho carregando no decorrer da vida, enviando-os para a luz e agradecendo por tudo que foi vivido.
Contudo, volta e meia me pego imaginando a possibilidade de reencontros no futuro, e sinto uma sensação maravilhosa quando lembro da gente... como se o passado pudesse ser uma prévia de um futuro ainda mais suave.
O porquê dessa idéia faz parte dos mistérios da vida. Todavia, sempre vem a sensação de que há reciprocidade de um reencontro no futuro... num futuro possível... onde o amor não tem hora certa ou errada, pois sempre será permitido amar e ser amado.
Sei que você também pensa em mim e é muito bom receber essa energia de bem-querer. Sei que fica a vontade e a fantasia realizada no pensamento... um dia quem sabe se os beijos se tornam reais?!
Se cuida, menino lindo!


segunda-feira, março 01, 2010

Perspectivas

Fala-se muito sobre perspectivas... eu sou filha de um Pai que ora se diz realista ora se diz pessimista, e da mais otimista das Mães... Por um bom tempo pude aproveitar a disposição e lucidez de ambos para ter diferentes perspectivas olhando a mesma situação.
Por vezes me achei pessimista ao vislumbrar com maior facilidade o pior... mas com o tempo descobri que era mais fácil carregar um pessimista no coração do que conviver com ele... até que o pessimismo começou a me entristecer e eu quis ser otimista, quis acreditar que as coisas podem melhorar e vão!

Então... comecei a mudar o hábito... e me descobri numa profissão em que ser pessimista era bom pois o ex adverso (advogado da parte contrária) não poderia trazer uma surpresa (processual) pior do que a que eu poderia imaginar!
Mas ainda assim sigo buscando o hábito do olhar mais benevolente, sem ingenuidade, uma atitude mais corajosa acreditando que as coisas vão melhorar, sem ser inconsequente... e vou nessa dualidade até encontrar a minha própria perspectiva... que pode não ser o "caminho do meio" como parecia ser o ideal... pode ser um caminho torto ou intermitente.
O importante é encontrar a minha perspectiva...

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

Filha de ateus graças a Deus!

Presenciei, lá em casa, uma vida de entrega (aos sonhos), fé (de que vai dar tudo certo), solidariedade, humanismo... e ao longo dessas últimas 4 décadas venho presenciando no exemplo da minha Mãe uma verdadeira religiosa sem ter a consciência em Deus mas que vive como se estivesse tocada pelo Criador, com disposição, amor, humildade...
Estudei superficialmente algumas religiões e cada uma deixava em mim uma impressão de amor, solidariedade, paz, fraternidade, união, esperança, bondade, quietude, servir ao outro, humildade, humanismo, respeito e fé...
Em diversos momentos senti a presença de Deus na minha vida... mesmo sendo filha de ateus, passei um período em colégio de freiras da igreja católica, e busquei e testei diversas teorias e rituais, mas sentia a presença divina nas horas em que a vida estava me dando uma trégua... porque isso eu já sei: a vida de tempos em tempos nos dá uma trégua... seja por uma nova paixão que nos faz olhar a nossa volta como se a vida fosse perfeita, seja por um momento de solidariedade que enche seu coração de esperança, seja por ter acontecido a realização de um sonho... o fato é que de tempos em tempos a vida nos dá uma trégua... uma trégua desse aprendizado aqui... dessa etapa da evolução espiritual.
E contrariando o desafio de alguns ateus não eram os momentos de medo e desespero que eu me agarrava à fé... e isso se tornou um hábito: ir ao encontro do divino nos momentos de paz e silencio da alma... nisso a meditação é a ferramenta primordial!
E no desespero ou tristeza profunda?! Bem... nessas horas lembro que sou filha de ateus graças a Deus!

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Pessoas

Passaram-se cinco horas e ela não resistiu e olhou. Queria ver se aquele sentimento crescia do lado de lá com a mesma intensidade que do lado de cá... mas não obteve qualquer resposta! Ela já sabia que o que cada coração guarda nem mesmo o dono tem acesso... mesmo assim valia a pena arriscar uma dica aqui e outra acolá... Não era para ter o prazer mórbido de saber por saber e nada fazer. Era apenas para continuar a fantasiar sobre o "se"... De toda sorte, ela concluiu que se era apenas fantasia então pouco importaria o que de fato estava acontecendo do lado de lá... e ela se conformou pensando que a reciprocidade não tem sido mesmo a vertente mais presente em suas relações.
Ela queria atenção, troca, mergulhar fundo, entrega... mas tudo isso sem invadir o espaço dele, dos filhos, da leitura, da ternura...
Seriam perguntas e respostas, elogios e massagem nos egos, um romance intelectual quase virtual... ele queria algo concreto... um porto, uma fotografia, uma prova de um amor tão evidente que iluminava os olhos, transformava a madrugada  em  dia produtivo para escrever um tratado. 
A tal dualidade humana me confunde... Afinal, o que eles queriam?! Um filme sem final?!?
Eu ficaria para assistir o filme inteiro...  Seria como a história de passar em uma estação do ano em uma determinada cidade - às vezes vamos embora com a sensação de que a cidade era fria demais, e nem nos damos conta de que era inverno naquele momento...
Essa história das estações está perambulando pela internet e me fez pensar nisso. Fiz diversos paralelos na minha cabeça. E o melhor deles foi comparar a um relacionamento amoroso, pois, de fato, desde os idos de minha bisavó ouço essa história de que pra conhecer alguém é preciso "comer uma saca de sal" com esse alguém... 
Quanto tem de sal numa "saca"?! 25Kg? 
Bem, acho que a lição é a de que requer tempo de convivência para se conhecer alguém.
E passar somente uma primavera como dois adolescentes apaixonados, não seria o suficiente para sabermos se são pessoas compatíveis em seus valores, ideais e direção que pretendem seguir. Por exemplo, se sou diurna, a convivência com um notívago vai ser mais incômoda do que se ambos forem diurnos ou notívagos...
Sei que essa razão toda não funciona com o coração! Mas guia nossas escolhas e suaviza a inevitável queda do fim...



segunda-feira, janeiro 04, 2010

Ela novamente...

Ela lia e relia... como se pudesse reescrever tudo de novo sem deixar qualquer vestígio do escrito daqueles dias... decisões tomadas de supetão ou mesmo pensadas de forma atordoada pela situação... às vezes não decidir é pior do que decidir... mas naquele dia ela seguiu o trato consigo: deixaria os personagens se posicionarem antes de fazer sua próxima escolha... afinal, ela tinha tanto medo de não estar no controle e agora estava à mercê do tempo... pelo menos o tempo não recua... ela sabia que seria dali pra frente... poxa... o pra frente é justamente o que ela costuma idealizar...

sábado, janeiro 02, 2010

Ela: realidade x fantasia

Ela já estava na fase de encontrar um amor maduro... daqueles em que os amantes já viveram seus sonhos individuais e estão prontos para viver um projeto mais suave de companhia, de fruição das conquistas anteriores... mas Ele a convidou ao recomeço, já que no discurso Ela se dizia disposta a recomeçar sempre... afinal, recomeçar era o que Ela sabia fazer de melhor!

E Ela foi... assim sem parar para escolher, ou melhor, sem parar para pensar nas suas escolhas, via-se afundando nos planos que não eram os seus... envolvida pelo enamoramento por um homem tão arrebatadoramente gentil e sensível, com alma de artista, fez o que era preciso e estava ao seu alcance para satisfazer as ideias de recomeço que Ele tinha em mente... sem se dar conta de que aquele era o caminho para fora dos sonhos dEla.

Depois de certo tempo decorrido, havia para Ela mais uma escolha, mas desta vez Ela estava alerta, qual seja, a escolha entre viver sua nova realidade afastada dos sonhos e fantasias pelo dia-a-dia da convivência, ou, se tivesse certeza de que há um mundo paralelo em que Ele não exige tanta realidade dEla, ou em que a realidade não A confrontasse em tantos aspectos, Ela poderia desfazer tudo aquilo e recomeçar de onde parou em seus planos de sonhos e repúdio à realidade.

Nessa época ela ouvia os doutos falarem sobre o quanto a realidade é satisfatória mas Sua alma se sentia contrariada... Afinal, essa palavra (realidade) soa como um xingamento aos ouvidos de quem soube se lançar em teses filosóficas pelo simples prazer de testá-las... ainda que isso representasse perder seu primeiro amor... depois viriam outros amores... e Ela teria ficado sem a construção de uma história de vida ao lado do primeiro amor...

Outros amores vieram, de fato. Mas abrir mão do primeiro amor em prol de seus princípios... e depois descobrir que haveriam outros testes... e que os valores vão sendo modificados de acordo com as experiências e erros e acertos... seria tarde para viver a realidade de um amor cotidiano? Seria tarde para retornar à fantasia dos romances e ser diagnosticada com a síndrome do príncipe encantado?

Ela optou pela realidade mas deixou nos seus escritos o registro das fantasias...