Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

sábado, outubro 22, 2016

Pensamentos Aleatórios

Fiz análise por bastante tempo e de tempos em tempos eu retorno a fazer, seja por um aperto momentâneo de vida para buscar apoio seja para um trabalho de aproximação da lucidez... o fato é que é engraçado o título "pensamentos aleatórios" pois sempre há uma associação de ideias por trás de aleatoriedade.
Hoje pensei em uma espécie de verborragia, no sentido de falar sem me preocupar com a importância ou desimportância do que estou falando... pensei em "tagarelar" no papel e esvaziar um pouco a mente... mas acabei reparando que o que está ocupando minha mente hoje é basicamente uma nostalgia... daquelas em que você fica impedido de viver o presente por conta de estar num passado imutavelmente angustiante pois já foi vivido... e se foi ruim não há como modificá-lo e se foi bom não há como revivê-lo...
Lógico que é bom ter boas recordações, bons sentimentos de coisas vividas. Porém, o que me ocupa a mente e o coração não são simples lembranças mas uma espécie de apego ao passado...
Como se o viver de agora não tivesse o mesmo colorido do viver de ontem... como uma pintura mal conservada e que o tempo vai desbotando suas cores...
Entendo que a velhice só é uma boa como opção oposta à morte, mas que ela é um tipo de "desbotamento" das cores da juventude, ah, isso eu vejo que é...
Sinto-me no auge... com a faca e o queijo na mão... como se eu pudesse olhar para trás e reviver o que foi bom e olhar para a frente e alcançar o que não foi possível até agora.
Então qual o motivo desse apego ao passado?
Talvez uma busca pelo confortável conhecido... talvez uma fuga da vinda do desconhecido...
Foi muito bom viver até agora... e passados os desconfortos dos erros, acho que nossa mente dá uma apagada neles, e ficam muito vívidos os confortáveis acertos... pois nos dão aquela sensação de vitoriosos, de plenitude.
Façamos aqui um trabalho em prol do desapego: foi maravilhosa a paixão correspondida, o desejo suprido, a fome saciada, e a paisagem nova visitada.
Plantei e colhi... agora estou na hora de um novo plantio... mas ainda colho alguns frutos de plantios passados.
Sigo em frente! Com a coragem para viver o novo! Desapego do passado transformando-o em possibilidades de histórias no futuro!
Deixa a saudade aquietar-se em algum canto do subconsciente!