Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

segunda-feira, agosto 17, 2020

Pessoas

Anatomicamente não pareciam combinar
Mas havia um magnetismo no olhar

Olhos sorridentes 
Lábios ardentes

Como não se apaixonar?
Somente por causa do bendito rejeitar?

Antes do beijo um abraço
Depois do beijo uma vontade

Questionamentos sobre felicidade
Faltam fundamentos para quaisquer teorias

Não se sabe ao certo 
Mas a sensação tem precisão

O querer é inconfundível mas remete ao que não existe
então, aceita-se o agora com a certeza da eternização nas lembranças...

domingo, agosto 16, 2020

Homenagem à gentileza

Um pedido

Uma gentileza

Um sorriso ou dois

A gratidão 

O olhar

Palavras que se fazem entender por meio de gestos e expressões faciais

A presença ensaiada

A presença requisitada

A presença do agora

E depois... a gentileza

Almas amigas

Encontros

Despretensiosamente, de maneira simples e direta, um encontro de propósitos, uma possibilidade remota de reciprocidade em concreto, um número pequeno na estatística que se realiza em 100% quando ocorre...

E então todos os conceitos sobre estar na vibração energética coerente com o seu estado de espírito se tornam um exemplo prático...

Procura

Exposição

Coragem

Sinceridade

E o imponderável

Assim são os encontros... mas também assim são os desencontros... com apenas um número de diferença!

domingo, agosto 09, 2020

Atraímos mais do que acreditamos com toda a nossa fé... com aquela fé inabalável

Acredito cada vez mais que as coisas realmente funcionam assim em certos aspectos da nossa vida... recriamos um quadro traumático, talvez para termos a possibilidade de aprendermos a lidar com ele... talvez por acreditarmos que seja a única maneira de viver aquilo... no meu caso uma situação que venho recriando é a do abandono... 

Quando eu tinha entre 4 e 6 anos, meus pais se separaram e minha Mãe foi ameaçada de perder a guarda das filhas, eu e minha irmã mais velha. Então ela se mudou para o outro extremo do país em relação à minha cidade natal... bem... a partir daí fico imaginando como foi para aquela criança (eu) que estudava numa escola Montessoriana e passou para uma escola pública, que esperava todos os dias pelo Papai para fazê-la dormir e passou a não ter mais notícias dele, que tinha sua Mãe ali bem presente e passou a estar mais com outros adultos que tentavam fazer todas as suas vontades mas nunca o que realmente ela queria... talvez fosse sua vida anterior de volta...

Olhando hoje como mulher adulta reconheço na minha Mãe toda a coragem, força e exemplo de busca por uma vida plena, tanto profissionalmente quanto na vida familiar, com suas amizades, em relação ao social atuando politicamente por um mundo melhor e mais humanitário... Ela era tão nova... tinha 25 anos quando eu nasci e uns 30 anos quando se separou do meu pai.

Também reconheço no meu Pai todo o esforço que ele fez para se reerguer... e confesso que não acredito que ele tenha se recuperado... parece que ele perdeu a fé em ter novamente uma vida que parecia a vida perfeita olhando do futuro para o passado... Conseguimos refazer nossos vínculos na minha adolescência e quando me tornei adulta tudo o que quis dele ele me deu: aprovação, admiração e reconhecimento... era bom saber que poderia pedir conselhos a uma figura masculina, mesmo que fosse para fazer o oposto... tentei seguir os padrões rigorosos que ele se impunha em termos de moral e bons costumes da sociedade atual. 

Hoje é o dia dos pais e Papai está com Alzheimer há alguns anos... a sensação é contraditória... não me sinto órfã mas também não o sinto presente... ainda não sei lidar com esse fato dele estar com Alzheimer... acho triste a doença mas fico feliz em vê-lo tranquilo... talvez o impulso para mudar de país possa ter também essa contribuição... estar longe fisicamente faz mais suportável a distância que a doença nos submete... mais uma perda... hoje é um bom dia para trabalhar essa questão...

quinta-feira, agosto 06, 2020

Como lidar com a rejeição?

Essa coisa da rejeição é um assunto que me assombra desde sempre... ou como dizem dos dados históricos sem data conhecida: desde tempos imemoriais!
A primeira reação é a vontade de dar o troco, de devolver o mal estar na mesma moeda... mas se você foi rejeitada por não despertar interesse no outro, não há muito como "devolver" o mal estar na mesma moeda, já que se você ignorar o outro corre o risco do outro nem perceber... talvez tenham "inventado" a tal "lei do retorno" para que a gente imagine que aquela pessoa que nos rejeitou possa ser rejeitada mais adiante por um terceiro personagem e isso pode ser que acalme a sede de vingança, mas o sentimento de rejeição, de não ser bom o suficiente, de não ser merecedor, ou seja lá qual for a sensação a partir da rejeição... esse sentimento permanece mesmo que de fato exista a lei do retorno e a gente tenha até a chance de assistir ao episódio... há uma satisfação breve muito breve e em seguida retorna o mal estar causado pela rejeição...
Quando somos nós que rejeitamos não nos sentimos como algozes... achamos que é natural não estarmos interessados ou apesar do interesse não ser um bom momento, ou motivo etc... o fato é que rejeitamos com uma naturalidade que mal percebemos que estamos causando uma ferida tão grande no rejeitado.
Sei que nem todo mundo sente dessa forma.
Imagino até que talvez as pessoas saibam lidar bem com a rejeição... mas não é o meu caso...
Algumas respostas me socorrem a memória: fui uma criança mimada, fiquei sem ver meu pai na época que meus pais se separaram por um tempo muito longo - para uma criança de 5 anos que o esperava para poder dormir diariamente, desenvolvi uma auto cobrança muito forte, e tenho uma auto estima um pouco abalada pelos eventos sofridos em relacionamentos, família, e trabalho...
Mas de fato, com a consciência de que não sei lidar com a rejeição, não paro de pensar numa solução... e enquanto não posso voltar para a terapia tenho pesquisado... e uma coisa me levou a outra e cheguei ao tal coeficiente de inteligência emocional.
Atualmente estou trabalhando nisso: em melhorar minha inteligência emocional...