Gosto de escrever sem ter que reler o que foi lido ou desdizer o que foi dito...
Talvez seja importante refazer o que foi feito... mas a poesia perde um pouco do brilho e o momento esfria um pouco a beleza da mensagem que estava aquecida pelo calor da hora em que foi escrito.
Imagino que seja reprovável a publicação sem revisão, talvez por parecer falta de zelo com quem será o leitor. Mas se pensarmos nos sentimentos que saíram em cada palavra escrita ou mesmo no momento da ideia transcrita, quem sabe possamos perdoar a falta de alguns efes ou erres? E porventura até mesmo possamos respeitar a falta da concordância verbal se a ação descreve o que se sente ou de alguma forma contribui para a experiência de quem vier a ler?!?
Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
domingo, setembro 08, 2019
Saudades (texto da adolescência)
Saudades...
Como lidar com a vontade de estar perto de você e não poder?
Como sorrir ao lembrar do teu sorriso se não posso ser
o motivo da alegria?
Como sentir amor sem vencer
o medo de olhar para as escolhas que nos afastaram?
Sonhos...
Imaginar uma vida paralela faz minha alma se acalmar
Sonhar de olhos abertos e coração desperto
Desejar...
Desejo de você sem perceber
Desejo de mim por não estar aí
Desejo de amanhã porque hoje não posso
Desejo de nós dois porque você não pode...
Poder...
Poder é querer colher o que se plantou
Poder é ser quem se planejou
Poder é sentir o que se viveu
Poder é estar no agora...
Agora é sem você mas o movimento pode mudar
E o agora pode ser ao teu lado
Então seremos o agora... e depois não importa...
Como lidar com a vontade de estar perto de você e não poder?
Como sorrir ao lembrar do teu sorriso se não posso ser
o motivo da alegria?
Como sentir amor sem vencer
o medo de olhar para as escolhas que nos afastaram?
Sonhos...
Imaginar uma vida paralela faz minha alma se acalmar
Sonhar de olhos abertos e coração desperto
Desejar...
Desejo de você sem perceber
Desejo de mim por não estar aí
Desejo de amanhã porque hoje não posso
Desejo de nós dois porque você não pode...
Poder...
Poder é querer colher o que se plantou
Poder é ser quem se planejou
Poder é sentir o que se viveu
Poder é estar no agora...
Agora é sem você mas o movimento pode mudar
E o agora pode ser ao teu lado
Então seremos o agora... e depois não importa...
domingo, setembro 01, 2019
Coitadinho do Jacaré
Mais uma fábula que usamos lá em casa! Toda vez que alguém vai fazer alguma coisa muito legal e outros não poderão, a gente faz referência à fábula da Festa no Céu...
Era uma vez, numa terra bem distante, no meio da Floresta, uma conversa entre os animais sobre uma festa no Céu.
O Pássaro encontra o Sapo e conversando com ele fala sobre a festa:
Pássaro - Vai ter festa no céu!
E o Sapo, abrindo a boca bem grande responde: Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter bolo!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter música e dança!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter muito brigadeiro e também salgadinhos gostosos!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Mas só poderá ir quem não tiver a boca muito grande...
Nesse momento o Sapo fala com o cantinho da boca, fazendo uma boca bem pequena: Coitadinho do Jacaré!
Era uma vez, numa terra bem distante, no meio da Floresta, uma conversa entre os animais sobre uma festa no Céu.
O Pássaro encontra o Sapo e conversando com ele fala sobre a festa:
Pássaro - Vai ter festa no céu!
E o Sapo, abrindo a boca bem grande responde: Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter bolo!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter música e dança!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Vai ter muito brigadeiro e também salgadinhos gostosos!
Sapo - Ôôôbaaaa!
Pássaro - Mas só poderá ir quem não tiver a boca muito grande...
Nesse momento o Sapo fala com o cantinho da boca, fazendo uma boca bem pequena: Coitadinho do Jacaré!
Tia Coruja
Engraçado como o tempo passa e não percebemos... eu gosto muito das fábulas, talvez por remontarem à época tão mais simples da minha vida: a infância, talvez por outro motivo que ainda não descobri.
Seja como for, por gostar muito de fábulas, de uns tempos para cá comecei a perguntar das pessoas à minha volta se elas sabiam de onde veio a expressão "tia coruja". E normalmente a resposta era negativa.
Bem... a história se passa na floresta... a coruja e o gavião eram grande amigos, e a coruja teve filhotes, mas sabia que o gavião se alimentava de filhotes de aves. Por isso, foi conversar com seu amigo para pedir-lhe que ele não comesse seus filhotes.
Coruja - Gavião meu amigo, vim lhe visitar para fazer um pedido.
Gavião - Diga minha amiga Coruja do que precisas?
Coruja - Meus filhotes nasceram e quero pedir que não os coma.
Gavião - Não se preocupe minha amiga pois eu jamais comeria os seus filhotes! Porém, preciso saber como os reconhecerei na floresta.
Coruja - Ora meu amigo Gavião isso é muito fácil, pois os meus filhotes são os filhotes mais bonitos da floresta.
Gavião - Pode deixar que tomarei cuidado, minha amiga.
Quando o Gavião saiu para a sua próxima caçada lembrou do pedido de sua amiga Coruja, então, para não correr o risco de quebrar sua promessa à amiga Coruja, procurou pelos filhotes mais feiosinhos que pôde encontrar e os devorou.
Infelizmente, para a Coruja (e somente para ela) os seus filhotes eram muito bonitos, aliás, os mais bonitos da floresta. Mas na verdade os filhotes de uma coruja nascem bem feios e esquisitos.
Daí surgiu a expressão "Mãe Coruja" ou "Tia Coruja".
Afinal ao olhar das Mães os seus filhotes são sempre os mais bonitos.
Diante do conhecimento dessa fábula eu passei a dizer que não era Tia Coruja, pois meus sobrinhos são lindos mesmo!
Seja como for, por gostar muito de fábulas, de uns tempos para cá comecei a perguntar das pessoas à minha volta se elas sabiam de onde veio a expressão "tia coruja". E normalmente a resposta era negativa.
Bem... a história se passa na floresta... a coruja e o gavião eram grande amigos, e a coruja teve filhotes, mas sabia que o gavião se alimentava de filhotes de aves. Por isso, foi conversar com seu amigo para pedir-lhe que ele não comesse seus filhotes.
Coruja - Gavião meu amigo, vim lhe visitar para fazer um pedido.
Gavião - Diga minha amiga Coruja do que precisas?
Coruja - Meus filhotes nasceram e quero pedir que não os coma.
Gavião - Não se preocupe minha amiga pois eu jamais comeria os seus filhotes! Porém, preciso saber como os reconhecerei na floresta.
Coruja - Ora meu amigo Gavião isso é muito fácil, pois os meus filhotes são os filhotes mais bonitos da floresta.
Gavião - Pode deixar que tomarei cuidado, minha amiga.
Quando o Gavião saiu para a sua próxima caçada lembrou do pedido de sua amiga Coruja, então, para não correr o risco de quebrar sua promessa à amiga Coruja, procurou pelos filhotes mais feiosinhos que pôde encontrar e os devorou.
Infelizmente, para a Coruja (e somente para ela) os seus filhotes eram muito bonitos, aliás, os mais bonitos da floresta. Mas na verdade os filhotes de uma coruja nascem bem feios e esquisitos.
Daí surgiu a expressão "Mãe Coruja" ou "Tia Coruja".
Afinal ao olhar das Mães os seus filhotes são sempre os mais bonitos.
Diante do conhecimento dessa fábula eu passei a dizer que não era Tia Coruja, pois meus sobrinhos são lindos mesmo!
De Mim para Mim Mesma Pleonasticamente...
Quando comecei esse blog a minha ideia era escrever poesias lindas e rimadas como se eu fosse uma poetisa com uma vida de experiência na escrita poética...
Depois pensei em escrever um pouco das mil coisas que surgem na minha cabeça...
E por fim achei que deveria escrever histórias aleatórias para um dia compilar num livro.
Foi quando comecei a perceber que eu só escrevia quando as palavras começavam a me sufocar.
Era como se fosse um vômito de coisas aleatórias e misturadas.
Tive diversas idéias e até anotei algumas delas mas todas elas já haviam sido pensadas antes e já tinham sido até executadas por outras pessoas. Algumas bem melhor do que eu imaginara, outras piores, mas todas feitas enquanto eu ainda estava idealizando...
Entendi que dificilmente teria uma ideia original no sentido de nunca ter sido feita antes.
Mas ainda assim não me animei a seguir com as ideias.
Agora estou por aqui pensando em recomeços... eternos recomeços...
Depois pensei em escrever um pouco das mil coisas que surgem na minha cabeça...
E por fim achei que deveria escrever histórias aleatórias para um dia compilar num livro.
Foi quando comecei a perceber que eu só escrevia quando as palavras começavam a me sufocar.
Era como se fosse um vômito de coisas aleatórias e misturadas.
Tive diversas idéias e até anotei algumas delas mas todas elas já haviam sido pensadas antes e já tinham sido até executadas por outras pessoas. Algumas bem melhor do que eu imaginara, outras piores, mas todas feitas enquanto eu ainda estava idealizando...
Entendi que dificilmente teria uma ideia original no sentido de nunca ter sido feita antes.
Mas ainda assim não me animei a seguir com as ideias.
Agora estou por aqui pensando em recomeços... eternos recomeços...
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