Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
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sábado, abril 27, 2019

"Tenho Que..."

Depois de passar algumas décadas fazendo o que eu achava que tinha que fazer eu descobri que ninguém "tem que" nada!
Mas então de onde eu tirei isso?!?
Provavelmente de uma leitura de mundo da época em que os medos eram histórias de personagens infantis... porque não lembro muito da época em que eu fazia alguma coisa apenas porque tive vontade sem me preocupar com julgamentos, consequências, passado ou futuro...
Devemos ser inconsequêntes então? Se for para nos sentirmos bem, SIM!
A questão não é a inconsequência ou não, a questão é a sensação de obrigação.
Uma amiga minha já presenciou um suicídio na família e todos à volta ficamos muito sensibilizados e pensativos e revendo nossos conceitos quando uma tragédia dessas está tão perto de nós.
Lembrei logo de uma tia cuja vida era tão pesada que também desistiu de viver e se suicidou... como foi devastador assistir ao meu primo saindo do local da morte devastado... como foi triste ficar com a saudade daquela tia tão amada, tão querida... e a sensação de que poderíamos ter dito algo ou feito algo para amenizar o sofrimento dela que levou até um gesto tão difícil desse.
Muitas coisas ruins saltam aos meus olhos quando lembro de tantos "tenho que" que passaram pela minha cabeça durante a minha vida... e o quanto foi libertador me dar conta de que ninguém "tem que" nada!
E isso é apenas uma mudança de perspectiva sabe? Você já se surpreendeu com a mudança de visual de uma mesma cidade quando vista sob outra perspectiva como a do alto do céu pela janelinha do avião?
Pois foi isso que aconteceu comigo... olhando para trás vejo que eu poderia ter estudado para as minhas provas da faculdade com mais leveza e felicidade sem a cobrança interna de "ter que" estudar. E quantas tantas coisas que eu gostei e passei a fazer por obrigação?!
Interpretei a ideia de ter as rédeas do meu destino nas minhas mãos como um fardo de carregar as consequências dos meus atos.
Olhando daqui agora dos meus 46 aninhos de vida, posso dizer que conviver com as consequencias dos meus atos é a sensação mais libertadora que tenho hoje! A convicção de que vou colher o que estou plantando é sensacional!