Quando relato para algumas pessoas que estou com dificuldades e concluir alguma tarefa normalmente ouço essa frase: feito é melhor que perfeito. E se prestarmos atenção dá para extrair vários sentidos... um deles é a impossibilidade de perfeição, e à primeira vista eu me perguntava se eu estava mesmo tentando fazer algo perfeito... é o que chamam de perfeccionismo como característica ruim, ou seja, aquele perfeccionismo que te atrapalha a concluir alguma coisa porque nunca está bom o suficiente, está relacionado a aceitar que o seu melhor pode não ser o suficiente mas está tudo bem. E essa lição eu aprendi nos concursos públicos: nem sempre o nosso melhor vai ser o suficiente para se atingir uma meta naquele momento.
E por conta disso comecei a prestar atenção ao tal do tempo... pois talvez fosse uma questão de não estarmos prontos AINDA.
E sim, apesar do livre arbítrio vejo que os acontecimentos obedecem a um certo tempo que nem sempre combina com os meus planos. E sou experiente em planejamento porque adoro e planejo com frequencia, desde objetivos, rotinas, metas, até finanças etc.
Hoje em dia procuro deixar uma folga maior para os contratempos, que são aqueles obstáculos que nos vencem de vez em quando, ou mesmo, coisas que temos vontade de improvisar e que nos tiram um pouco do planejado mas que sem isso a vida ficaria muito robótica.
O importante para mim tem sido retomar o plano e dar continuidade. E a palavra do momento tem sido essa: continuidade!
Retomei meus sonhos antigos, tirei a poeira, olhei bem de perto e alguns já não faziam mais sentido, outros eu havia realizado e nem havia percebido, e outros estavam ali me incomodando por não dar prosseguimento. Esses últimos eu retomei, e recomecei o processo do planejamento: pesquisa, planos, e mão à obra na execução!
Afinal, o feito é mesmo melhor que o perfeito!