Nem sempre somos bem vindos nos nossos círculos sociais… às vezes nem sei porque chamamos de “nossos”…
Não é educado ser muito autêntico… mas há que se ter cuidado para não sermos vistos como falsos…
Devemos esperar que o mais calmo do grupo esbraveje antes de esbravejarmos, mas não podemos também ser o último a fazê-lo, pois como bem explica a psicologia, corremos o risco de ficarmos na memória do grupo como aquela que esbravejou…
Podemos reclamar mas não quando as pessoas do grupo estão numa situação pior do que a sua… isso pode soar ingratidão…
Às vezes temos que impor a nossa presença para não sermos excluídos mas às vezes preferimos não lutar tanto assim pela inclusão…
No final do dia somos nós mesmos e as nossas circunstâncias…
E para não morrermos de medo nessa solidão óbvia que é o viver… bem, temos aquelas pessoas que fazem questão de você mesmo no seu pior dia… São poucas mas sempre temos uma meia dúzia que podemos contar e que também contam com a gente…
Afinal, só nos resta a aceitação de que a nossa tribo é pequena mesmo… mas tem aquele amor infinito… não ao ponto de ser incondicional como o amor das nossas Mães… mas o que há de mais próximo, uma irmandade… feita por irmãos de sangue e de coração!