Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

Minha foto
Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

segunda-feira, março 18, 2019

Solidão

Acredito que a solidão seja sobre a ausência de si e não do outro...
Algumas pessoas têm me falado sobre solidão e sobre a necessidade de estar em dupla (casal) mas eu não tive dificuldades para alcançar essa ideia.
Alcanço com mais facilidade a ideia de excesso de si... de ego? Talvez... mas a convivência com diversos “eus” dentro de cada um parece ocasionar um transbordar que leva a um encontro espiritual, a um encontro de almas.
Enquanto não se consegue silenciar a multidão que vive em cada um, o propósito de vida fica misturado com tantos objetivos e afazeres que fica camuflado.
O silêncio pode vir como resultado de uma busca espiritual ou mesmo de um insight ou até de uma visão... mas ele leva a pessoa de volta pra casa, de volta à própria essência...
Mais do que se precisa do outro, precisa-se mesmo é de si!
18.03.2019

Excessos

Em algum momento me convenci de que a intensidade era o que valia a pena o esforço para qualquer escolha...
Mas passava meu tempo livre estudando o equilíbrio. Cheguei a construir a tese de que o equilíbrio seria um norte para orieto caminhoqie oscilaria naturalmente por ser natural a dicotomia humana do “tudo ou nada”.
17.03.2019

sábado, março 16, 2019

Leve-a pra dançar!

Fomos a um bailinho de flashback sem saber exatamente como seria, mas com a certeza de que o pai da minha amiga costumava se diverti nesse bailinho com a esposa... 
Teve flashback da época em que éramos bebês e depois da época em que éramos crianças e depois adolescentes... foi quando não resisti e deixei de lado os meus 46 anos, a sandalinha pouco confortável e levei a menina de 19 anos para dançar os passinhos que ela adorava desde os 10 anos quando foi pela primeira vez a uma matinê numas férias no Rio de Janeiro!
Gratidão por fazer as pazes com a adolescente que habita em mim! 
16.03.2019