Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
segunda-feira, maio 13, 2019
Coisas que Somente Você pode fazer por Você
Quando pensei em escrever sobre as coisas que só eu posso fazer por mim as primeiras coisas que me ocorreram foi comer, fazer sexo, beber, dormir, e escatologias vitais... então coloquei no google as necessidades fisiológicas básicas para ver se eu havia esquecido de alguma. Eis que me deparo com a famosa pirâmide de Maslow... teoricamente as necessidade humanas vão bem além das necessidades fisiológicas... mas para Abraham Maslow, segundo o artigo do Wikipedia, as demais necessidades somente serão objeto de desejo uma vez realizadas as anteriores numa pirâmide de hierarquia com a necessidades fisiológicas na base (foi uma teoria sobre a motivação humana publicada em 1954).
E, sim, eu esqueci da respiração, e da homeostase (ex.: calor, frio etc)!
De volta ao que somente Você pode fazer por Você... lembrei de uma tia que parece que desistiu de viver pois minha prima, sua filha única, ficava insistindo para que ela se alimentasse e no final minha prima mal conseguia dar o soro fisiológico por colheradas... ela desisitiu de suprir até suas necessidades fisiológicas... faleceu sem querer recusando-se a qualquer tratamento.
Tenho alguns casos suicidas na minha família... e talvez por isso o suicídio seja um assunto que me desperta tanta curiosidade... o que nos leva a desistir da vida? Que fardo é esse tão pesado para uns e tão leve para outros que é a vida?
Meu Pai costumava me dizer que querer é poder. E que se eventualmente não conseguimos alguma coisa, essa coisa não foi realmente desejada. Foi um engano. Como se achássemos que quiséssemos mas na verdade não queríamos, tal qual querer o impossível.
Lembro que em algumas vezes diante dessa declaração eu questionava meu Pai sobre o que seria o impossível. Afinal um ateu é mai apegado ao impossível do que um religioso que tem a liberdade de acreditar em milagres...
Hoje, morando em outro país, longe tanto da minha família paterna quanto materna, sinto-me de alguma forma mais ligada do que nunca às minhas raízes... com sinal indicativo da crase porque são a essa raízes específicas sobre as quais estou falando, tias, pai, mãe, avós...
Eita que tem muito mais coisa que somente Você pode fazer por você: olha a saudade! Lembrei-me da saudade! Somente eu posso sentir a saudade da alguém ou de alguma coisa para mim! Ninguém mais!
A ideia de escrever sobre o que somente cada um pode fazer foi porque sem ação não á resultado... e tenho essa sensação de que se Eu não fizer por mim, ninguém o fará... e olha que sou amada por muitas pessoas e tenho uma irmã mais velha super protetora e uma Mãezona presente em tudo! Ainda assim, sei que se eu não me mexer, ninguém poderá sonhar por mim, viver por mim, sentir por mim...
A vida tem essa coisa divina de ser tão individual que nascemos e morremos assim sem trazer nem levar nada material...
Então, um brinde à vida! Que tenhamos a coragem de viver! Porque morrer parece uma ato de covardia...
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hierarquia_de_necessidades_de_Maslow
Ideia
Uma ideia me ocorreu agora e felizmente estava com o meu computador à mão... pensei o seguinte: diversas pessoas com quem conversei sobre escrever um livro ou contar histórias do cotidiano me disseram que tinham muita história para contar ou que suas vidas dariam um livro.
E eu sempre me perguntei o porquê desses pessoas não escreverem...
Então, o que me ocorreu nesse momento foi que eu poderia criar uma maneira de "ouvir" as pessoas que quisessem contar uma história e contá-la, uma espécie de "ghost writer" porém, como eu contaria sob a minha perspectiva e por meio da minha interação, então eu não abriria mão da autoria, e assinaria uma espécie de co-autoria. Mas isso seria realmente interessante colocado em vídeos animados, pois também tenho visto que os textos que envio para as pessoas quase nunca são lidos, mas os vídeos de 3 a 5 minutos normalmente são assistidos... talvez a ansiedade ou os inúmeros pensamentos atrapalhem a leitura e o vídeo com som e visual consigam ultrapassar essas barreiras atuais da mente humana... também não sei ao certo!
Quanto a mim, acho que nem tenho tantas histórias assim para contar mas sinto que eu poderia escrever um livro só de dúvidas!
E eu sempre me perguntei o porquê desses pessoas não escreverem...
Então, o que me ocorreu nesse momento foi que eu poderia criar uma maneira de "ouvir" as pessoas que quisessem contar uma história e contá-la, uma espécie de "ghost writer" porém, como eu contaria sob a minha perspectiva e por meio da minha interação, então eu não abriria mão da autoria, e assinaria uma espécie de co-autoria. Mas isso seria realmente interessante colocado em vídeos animados, pois também tenho visto que os textos que envio para as pessoas quase nunca são lidos, mas os vídeos de 3 a 5 minutos normalmente são assistidos... talvez a ansiedade ou os inúmeros pensamentos atrapalhem a leitura e o vídeo com som e visual consigam ultrapassar essas barreiras atuais da mente humana... também não sei ao certo!
Quanto a mim, acho que nem tenho tantas histórias assim para contar mas sinto que eu poderia escrever um livro só de dúvidas!
terça-feira, abril 30, 2019
De Volta a Lisboa
Passamos uns dias no Porto e não conseguimos entrar na famosa livraria Lello que inspirou a autora de Harry Potter, J. K. Rowling... a foto ao lado foi num dia de domingo em que finalmente não havia filas do lado de fora e nem superlotação do lado de dentro, pois estava fechada...
De volta a Lisboa cheguei à conclusão de minha fantasias de que eu entraria numa livraria tranquila e silenciosa e ainda teria a chance de folhear alguns livros e talvez ler o trecho de algumas poesias de escritores locais não seriam possíveis na alta temporada! E talvez, não haja baixa temporada para a Lello.
Tudo bem... uma amiga otimista costumava dizer que eram pretextos que deixávamos nas cidades que gostávamos para um retorno em breve! E porque não?! Tentarei novamente em outra ida.
Afinal, os pontos turísticos são concorridos mas em uma hora ou em outra conseguimos um momento menos tumultuado ou um espírito mais animado e disposto a tratar o tumulto com naturalidade e até uma certa frieza... estou acostumada a isso pois venho da "Cidade Maravilhosa" e já passei meu cotidiano em muitos cartões postais! (oops! essa história de cartão postal entraga um pouco a minha falta de atualização... depois vou pesquisar o termo atual!)
Engraçado que minha Mãe, ateia, passeando pela Europa (fora de Roma) com uma amiga que tinha um primo padre conseguiu assistir a uma missa com a presença do Papa e euzinha que fui até Roma, encarei filas para ver de perto a Capela Sistina, comprei lenços para cobrir os ombros e o colo para poder entrar nas missas embora estivesse no verão de agosto europeu, nem de perto consegui sonhar em ver o Papa...
Meu timing não está para os famosos por enquanto...
Assinar:
Postagens (Atom)
