Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

quarta-feira, outubro 07, 2020

Estou Eu

Você já ouviu falar que se aprende a partir de erros? Faz sentindo quando penso no meu último relacionamento homem-mulher... foi tanto aprendizado que a relação chegou ao fim... foram muitos erros... os acertos também estavam lá... afinal, foi um ciclo completo de sete anos!

A maior lição acredito que possa me tirar desse ciclo eterno em que eu me encontrava de "colecionar figurinhas"! Já havia sido alertada em uma terapia mas ainda não estava pronta para enxergar... ou não estava disposta a enfrentar os debates advindos do "discordar do outro"... estou nesse processo de aprender a dialogar, a expor de maneira amorosa a minha opinião.

Esse aprendizado começou nas minhas relações de amizade. E nas amizades estão aqueles familiares que romperam a barreira sanguínea como minha Mãe que além de ser Mãe é também minha amiga, e meus irmãos e alguns tios e primos... e foi bem assim, fui aprendendo que era melhor conversar na hora que alguma coisa acontecia do que "colecionar figurinhas" de um álbum de desentendimentos cujo prêmio ao completar eram os rompimentos das minhas relações...

Antes disso rompi com algumas amizades... uma que me foi cara de perder foi de uma das minhas paixões da adolescência... até hoje faço um esforço para me perdoar... não é bem para me perdoar mas é para superar porque ainda lamento muito ter "jogado fora" uma amizade por ter confundido tantos sentimentos na época...

Mas retomando o tema da maior lição, posso resumir assim: se algo lhe incomoda, se você discorda de alguma ideia ou pensamento que lhe falaram, não deixe para depois, não deixe pra lá achando que não vale a pena a "briga". Não precisa ser uma briga, pode ser um exercício de entendimento entre opiniões e quereres diferentes...

Eu acabava me tornando a pessoa que o outro queria que eu fosse e dessa forma eu evitava embates e conflitos... mas com o tempo eu ia desaparecendo e apenas um fantasma com a minha aparência ficava no meu lugar. Era o fim de mais uma relação por pura covardia e preguiça... mas a vida vale a pena ser vivida e lembrar disso me dá disposição para fazer diferente! 

Hoje, sou uma amiga melhor porque consigo "desagradar" meus amigos mostrando mais de quem estou do que quem querem que eu seja. Afinal, não sou... apenas estou.

segunda-feira, outubro 05, 2020

Homenagem

Ela homenageou sua pessoa preferida mas fora inspirada pelo desconhecido que a despertou para a vontade de seguir em frente...
Jamais havia sentido maior solidão que a ausência de si, mas fora capaz de arrastar tantas quantas pessoas precisassem de energia para continuar em busca do que parecia ser o propósito da vida mas na verdade era a essência de cada um.

sábado, outubro 03, 2020

Incômodos

 Assisti a alguns vídeos gratuitamente no YouTube com o Professor Clovis de Barros falando sobre uma das visões de felicidade como sendo aquele instante em que queremos que dure pra sempre... ou que não acabe mais...

Eu estava aqui pensando sobre o oposto... sobre aqueles momentos em que não queremos mais viver, que queremos que acabe logo, aquelas situações que queremos que passem logo... sabe como são esses incômodos?!? 

Como viver um momento incômodo sem nos perpetuarmos nas mazelas das reclamações, na angústia do desconhecimento sobre o fim dessa fase ou coisa ou sentimento?!?

É um “não quero mais” que nos arrebata a mente... talvez seja isso: encontrar uma ocupação diferente para a nossa mente... encontrar uma substituição para a consciência de que estamos incomodados... ou apenas tomarmos consciência de que também estamos vivos, e enquanto há vida há esperança!