Perdoe-me por prender você nos meus pensamentos!
Em momentos difíceis a simples lembrança da sua docilidade me reconforta... em momentos felizes a lembrança da sua sexualidade me encanta... enfim... tenho feito alguns trabalhos de devolução dos fragmentos de alma que venho carregando no decorrer da vida, enviando-os para a luz e agradecendo por tudo que foi vivido.
Contudo, volta e meia me pego imaginando a possibilidade de reencontros no futuro, e sinto uma sensação maravilhosa quando lembro da gente... como se o passado pudesse ser uma prévia de um futuro ainda mais suave.
O porquê dessa idéia faz parte dos mistérios da vida. Todavia, sempre vem a sensação de que há reciprocidade de um reencontro no futuro... num futuro possível... onde o amor não tem hora certa ou errada, pois sempre será permitido amar e ser amado.
Sei que você também pensa em mim e é muito bom receber essa energia de bem-querer. Sei que fica a vontade e a fantasia realizada no pensamento... um dia quem sabe se os beijos se tornam reais?!
Se cuida, menino lindo!
Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
sexta-feira, abril 02, 2010
segunda-feira, março 01, 2010
Perspectivas
Fala-se muito sobre perspectivas... eu sou filha de um Pai que ora se diz realista ora se diz pessimista, e da mais otimista das Mães... Por um bom tempo pude aproveitar a disposição e lucidez de ambos para ter diferentes perspectivas olhando a mesma situação.
Por vezes me achei pessimista ao vislumbrar com maior facilidade o pior... mas com o tempo descobri que era mais fácil carregar um pessimista no coração do que conviver com ele... até que o pessimismo começou a me entristecer e eu quis ser otimista, quis acreditar que as coisas podem melhorar e vão!
Então... comecei a mudar o hábito... e me descobri numa profissão em que ser pessimista era bom pois o ex adverso (advogado da parte contrária) não poderia trazer uma surpresa (processual) pior do que a que eu poderia imaginar!
Mas ainda assim sigo buscando o hábito do olhar mais benevolente, sem ingenuidade, uma atitude mais corajosa acreditando que as coisas vão melhorar, sem ser inconsequente... e vou nessa dualidade até encontrar a minha própria perspectiva... que pode não ser o "caminho do meio" como parecia ser o ideal... pode ser um caminho torto ou intermitente.
O importante é encontrar a minha perspectiva...
Por vezes me achei pessimista ao vislumbrar com maior facilidade o pior... mas com o tempo descobri que era mais fácil carregar um pessimista no coração do que conviver com ele... até que o pessimismo começou a me entristecer e eu quis ser otimista, quis acreditar que as coisas podem melhorar e vão!
Então... comecei a mudar o hábito... e me descobri numa profissão em que ser pessimista era bom pois o ex adverso (advogado da parte contrária) não poderia trazer uma surpresa (processual) pior do que a que eu poderia imaginar!
Mas ainda assim sigo buscando o hábito do olhar mais benevolente, sem ingenuidade, uma atitude mais corajosa acreditando que as coisas vão melhorar, sem ser inconsequente... e vou nessa dualidade até encontrar a minha própria perspectiva... que pode não ser o "caminho do meio" como parecia ser o ideal... pode ser um caminho torto ou intermitente.
O importante é encontrar a minha perspectiva...
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Filha de ateus graças a Deus!
Presenciei, lá em casa, uma vida de entrega (aos sonhos), fé (de que vai dar tudo certo), solidariedade, humanismo... e ao longo dessas últimas 4 décadas venho presenciando no exemplo da minha Mãe uma verdadeira religiosa sem ter a consciência em Deus mas que vive como se estivesse tocada pelo Criador, com disposição, amor, humildade...
Estudei superficialmente algumas religiões e cada uma deixava em mim uma impressão de amor, solidariedade, paz, fraternidade, união, esperança, bondade, quietude, servir ao outro, humildade, humanismo, respeito e fé...
Estudei superficialmente algumas religiões e cada uma deixava em mim uma impressão de amor, solidariedade, paz, fraternidade, união, esperança, bondade, quietude, servir ao outro, humildade, humanismo, respeito e fé...
Em diversos momentos senti a presença de Deus na minha vida... mesmo sendo filha de ateus, passei um período em colégio de freiras da igreja católica, e busquei e testei diversas teorias e rituais, mas sentia a presença divina nas horas em que a vida estava me dando uma trégua... porque isso eu já sei: a vida de tempos em tempos nos dá uma trégua... seja por uma nova paixão que nos faz olhar a nossa volta como se a vida fosse perfeita, seja por um momento de solidariedade que enche seu coração de esperança, seja por ter acontecido a realização de um sonho... o fato é que de tempos em tempos a vida nos dá uma trégua... uma trégua desse aprendizado aqui... dessa etapa da evolução espiritual.
E contrariando o desafio de alguns ateus não eram os momentos de medo e desespero que eu me agarrava à fé... e isso se tornou um hábito: ir ao encontro do divino nos momentos de paz e silencio da alma... nisso a meditação é a ferramenta primordial!
E no desespero ou tristeza profunda?! Bem... nessas horas lembro que sou filha de ateus graças a Deus!
E contrariando o desafio de alguns ateus não eram os momentos de medo e desespero que eu me agarrava à fé... e isso se tornou um hábito: ir ao encontro do divino nos momentos de paz e silencio da alma... nisso a meditação é a ferramenta primordial!
E no desespero ou tristeza profunda?! Bem... nessas horas lembro que sou filha de ateus graças a Deus!
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