Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
segunda-feira, março 21, 2022
Conversando com os meus botões 21.mar.22
terça-feira, março 01, 2022
A insuficiência do ser
Diante da impotência de não saber como se fazer agradável ao seu amado ela recorria à escrita... como se fosse um lugar onde ser quem ela era bastava...
A sensação de não ser suficiente que rondava os pensamentos era persistente na presença dele... e ela sempre acabava pensando como seria estar no lugar dele... será que ele também não se sentia pertencente ao lugar em que se encontrava?
As dúvidas sobre o presente transbordavam para uma visão pessimista do futuro... e a ausência dele era maior quando ele estava por perto do que quando ele estava longe...
Quando ele ia embora ela se perguntava como seria uma mulher que o preencheria... será que é possível uma pessoa preencher o vazio que a outra sente?
Talvez só a dor da perda faça com que ele busque sua própria cura... talvez seja necessário um adeus sem que haja motivo aparente... mas ela não tinha forças para romper naquele momento... mesmo sabendo que eles não se faziam bem um ao outro, como se eles não se bastassem para si e acusassem o outro de não serem o suficiente um para o outro.
quinta-feira, fevereiro 24, 2022
Fé depositada
Esses dias eu estava pensando sobre o que sentimos quando morre alguém que acredita na gente... parece que podemos menos diante do mundo... parece que aquela crença era uma verdade que sumiu... mas deveria ser o oposto! Deveríamos nos sentir ainda mais capazes porque ficou uma responsabilidade de fazer valer aquela crença de quem não pode mais argumentar e defender suas verdades!
Quando eu morrer quero que as pessoas em quem acreditei, em quem depositei minha esperança, sejam as maiores defensoras de si, fiquem com essa força da fé que deixei...