Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

quarta-feira, maio 22, 2019

Limites x Liberdades

Você, adulto (após seus 30 anos, já que a clásse média brasileira anda "fabricando" adolescentes de 30 - segundo um artigo que li sabe-se lá onde...) também sente vontade de ultrapassar os limites?
Sabe essa coisa do proibido ser atraente?!
Pois é... volta e meia me vejo assim com vontade de fazer alguma coisa que acabei de me dizer que não faria mais... 
Por exemplo, depois de algumas pesquisas confirmei que o açúcar industrializado não é saudável, então decidi que diminuiria o bendito da minha dieta rotineira. Pronto! Nesse dia não só continuei comendo açúcar industrializado como tripliquei a quantidade!
Não acreditei e fiz outros testes: bingo! Era isso! Bastava eu estabelecer uma regrinha para eu querer infringí-la! 
Pensei se isso não seria uma questão cultural, do estilo carioca que quer se dar bem, que é experto por conseguir fazer o proibido sem ser pego... 
Pensei se não seria algo da natureza humana que quer ultrapassar os limites...
Mas acho que no meu caso é uma certa nostalgia da adolescência... uma época em que testas os limites e tentar burlar as regras era uma questão de sobrevivência, ou melhor, de vivência para encontrar meu EU...
Na terapia (nem lembro qual, pois fiz tantas desde freudiana a comportamentalista, holísticas, tradicionais, com medicação e sem medicação... enfim!) descobri essa tendência a permancer na infância especificamente num momento em que eu vivia num paraíso... bem, isso também é história para outro texto... por hoje fica a pergunta: de onde vem a necessidade de burlar as regras, extrapolar os limites, ou romper com os padrões?!? 
Seria um grito de liberdade diante a imposição social? Afinal, a liberdade é um dos valores máximos da humanidade... 

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