Sexta-feira chegou e finalmente tive minha primeira aula de estatística! A professora da outra turma é a coordenadora ou representante do primeiro ano de psicologia (ainda não entendi direito), por isso ela deu uma palavrinha com a turma antes do professor começar a aula, explicando sobre as faltas e avaliações.
O professor foi bem devagar e paciente. Entendi tudo o que ele explicou e demonstrou mas quando ele nos colocou para fazer o exercício fiquei meio confusa no início e depois me achei... eu espero! Vou fazer os exercícios que ele passou para casa e checar se realmente entendi.
No intervalo eu não era a única com lanchinho apesar de só temos essa aula hoje seria uma aula de 4 horas. Alguns coleguinhas falaram sobre o fato do professor ser descontraído e simpático e eu concordei.
No final da aula perguntei do professor qual a calculadora que eu deveria comprar. Ele disse que eu não precisaria de uma calculadora gráfica e que poderia ir a qualquer loja de eletrônicos e comprar uma calculadora científica bem simples. E ainda que poderia levar para ele conferir antes de retirar a embalagem para poder trocar se for o caso.
Segunda aula que senti um certo cuidado do professor quando o assunto era idade... a primeira foi a professora de Métodos quando estava dizendo que deveríamos aproveitar essa fase para amizades e equilibrar estudos e vida social, mas que não deixássemos de ter vida social porque seriam anos importantes para o futuro inclusive a relação desenvolvida ali com os futuros colegas de profissão. Nesse caso senti que ela queria falar para os jovens que esse momento não volta... mas olha para mim e para outra aluna também quarentona e parecia escolher palavras.
E hoje foi o professor de estatística dando exemplos de média de idade de alunos na universidade e tal, e em certo momento ele foi apontando os alunos e usando como exemplo hipotético que um teria 18 anos, outro teria 20... e quando apontou para mim disse que eu teria 19 e deu um sorriso assim meio de lado como quem diz fui generoso! kkkkkkk
Eu achei engraçado!
De toda sorte entendi o cuidado dos professores. E gostei.
Todavia, a sensação de estar novamente na universidade é completamente diferente da sensação que tive na minha primeira graduação... é como se eu soubesse exatamente o que quero o quanto quero e o como quero aproveitar o curso. É muito interessante...
Quando fiz a faculdade de Direito eu tive a sorte de me apaixonar pelo Direito desde a sua formação filosófica e suas bases principiológicas até a prática forense com a possibilidade de participar da modificação da jurisprudência por meio de teorias e casos concretos... mas eu não sabia ser aluna pois até então eu estava no colégio por obrigação e não por escolha. E meus professores não eram todos comprometidos... pelo contrário, nem metade era comprometida... uma pena! Comecei a me tornar autodidata ali com os maus professores e aprendi a amar as disciplinas quando era instigada pelos bons professores.
Durante um tempo me questionei sobre o papel do professor... meu pai costumava dizer que aprendizado é individual e que o professor apenas instiga a curiosidade do aluno... não sei... talvez em algumas disciplinas mais teóricas.
Assisti à minha Mãe lecionando a língua portuguesa e acho que é o caso daquelas aulas que sem um "explicador" fica muito mais difícil... até porque a língua envolve contextos culturais...
Bem... fato que em Estatística vou precisar assistir a todas as aulas e treinar bastante em casa...! E seja como instigador ou explicador, o professor passou com nota máxima na primeira aula!
Saí de lá pensando que sorte a minha de ter a chance de aprender um pouco essa ferramenta que ajuda os Investigadores... Adorei!
Como só tive aula pela manhã, caminhei de volta para casa, com uma paradinha básica no supermercado e vim para casa almoçar. Consegui caminhar novamente ida e volta. Mas na ida foi um pouco complexo com a neblina densa que deixou o chão molhado... acho que vou mesmo comprar meu cartão único de transporte e deixar a atividade física para o ginásio!
Contando histórias criadas ou vividas, inventadas e recriadas, escritas e reescritas... visões de mundo! Pensando em voz alta... aprendendo a aprender... ensinando o aprendido...
Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal
Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!
Quem sou eu
- Gabriela Penafort Vilar
- Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!
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