Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

sexta-feira, junho 19, 2020

Relações tácitas e autoconhecimento....

Na minha adolescência minha Mãe me autorizou (e patrocinou) a morar sozinha no Rio de Janeiro, pois naquela época nós havíamos nos mudado para Manaus. Bem, se vocês olharem no mapa verão que são duas cidades bem distantes... então estabelecemos uma dinâmica de super confiança e transparência na nossa relação. E assim foi... graças a esse "pacto" eu não sou fumante hoje, afinal, toda vez que eu falava que havia fumando um cigarro ou dois minha Mãe trazia uma ladainha de tudo de ruim que havia no fato de me tornar fumante. Embora eu não me achasse fumante por fumar de vez em quando... mas acabei abandonando o cigarro diante da chatice de ouvir sempre a mesma ladainha e também porque peguei um resfriado e acordei sem ar numa noite... automaticamente liguei o fato ao cigarro por causa das ladainhas sobre tudo de ruim que o cigarro estaria fazendo no meu organismo!
Vida que segue... e me vejo dizendo que não uso o microondas porque na dúvida quanto aos malefícios minha Mãe não deixa! E dito isso, morro de rir e aviso à pessoa que está conversando comigo: sim, minha Mãe manda em mim!
O fato é que sabendo ou não, autorizando ou não, temos sim umas pessoas que "mandam" na gente... e essa descoberta é libertadora! Porque uma vez tomando consciência disso, temos a possibilidade de escolha em permanecer ou não nos padrões das relações que criamos... Porém, fica aqui um alerta: se decidirmos mudar, convém conversar com as outras partes. Afinal, ninguém é obrigado a adivinhar o que se passa na nossa cabeça, e uma mudança abrupta pode nos causar problemas...

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