Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

terça-feira, outubro 08, 2019

Diário de uma brasileira estudante de psicologia em Portugal...

Sábado foi o dia de organizar material e fazer o dever de casa... sim, teve dever de casa. O professor de estatística que conseguiu me fazer entender e aplicar o que ele ensinou passou um TPC (trabalho para casa). Tive uma certa dificuldade de colocar os nomes na tabela, mas a parte dos dados e cálculos ficou perfeita. Acho que a questão de "dar nome aos bois" vai ser mais chatinha enquanto não me acostumo com o vocabulário daqui.
Pelo que percebi até agora eles usam umas palavras que para brasileiros são palavras mais formais. Nossa linguagem coloquial é um pouco pobre diante de tantas palavras que temos no vernáculo...
Aproveitei para me socializar virtualmente... pois entrei no grupo do Facebook do 1o. ano de Psicologia da minha faculdade e também pedi para participar do grupo de whatsapp do mesmo grupo.

Domingo ajudei uma coleguinha que ainda está sem acesso ao sistema (Moodle) e acabei me ajudando porque descobri um questionário para alunos que queriam participar de Investigação como voluntário... acho que é para trabalhar com os investigadores. Sei que aprendi muita coisa com o questionário! Porque para responder se eu tinha ou não interesse em determinados assuntos eu tive que pesquisar o que significavam: aliança terapêutica, literacia em saúde mental etc.

Segunda não tenho aulas e aproveitei para dar um jeitinho na casa pois receberíamos visitas do Brasil. Recebi um email avisando que não teria a aula de terça pela manhã. Tentei ler o material para a aula de Introdução ao Pensamento Contemporâneo porque os colegas disseram que a professora parece ser bem exigente e terá muito conteúdo... mas não consegui ler além dos slides diante de tanta consulta no google...

Hoje fui para a aula da tarde. E a professora simplesmente não apareceu. Fiquei me socializando e pedindo para acrescentarem 3 alunos no grupo de Whatsapp que perguntei se eles queriam e eles quiseram. Acho que quanto mais gente nos nossos grupos de Facebook e Whatsapp melhor será a comunicação para troca de informações!

Eu e uma coleguinha decidimos esperar uma outra aula da tarde em outro turno para não fazermos viagem perdida. Mas foi em vão porque a professora também não apareceu.

O dia hoje foi um pouco frustrante e preocupante pois esses professores vão tentar repor essas aulas ou correr com o conteúdo em outras aulas... enfim... eu fiz a minha parte: compareci!

P.S.: sigo procurando livros em PDF nos sites fechados do facebook, telegram etc, bem como, fotografando partes dos livros que estão na biblioteca... hoje fotografei um capítulo do livro de Estatística enquanto esperava o horário da aula que pretendia entrar de penetra.

sexta-feira, outubro 04, 2019

Conexão Porto

Quando eu estava no Rio de Janeiro já com a vinda para Portugal em vias de se concretizar fiz três cursos de Thetahealing (uma terapia holística) e uma colega do curso me ouviu falar que eu estava me mudando para Lisboa e me disse que passava metade do ano no Brasil e outra metade em Portugal, e perguntou se eu queria entrar num grupo de WhatsApp de brasileiras em Lisboa-linha de Cascais. Eu disse que sim e havia entendido que seria um grupo de práticas holísticas.
Quando entrei no grupo entendi que era um grupo de apoio total para qualquer coisa! Desde onde comprar um filtro de café até indicação de lugares, venda de produtos, encontros, compartilhamentos e apoio moral! Adorei o grupo mas quando viemos para Portugal, diante das dificuldades de conseguir um arrendamento (aluguel) num preço razoável e sem exigência de fiador,  viemos para o Porto e nos instalamos aqui em Vila Nova de Gaia.
Há umas duas ou três semanas uma das meninas do grupo de Lisboa estava me dando dicas sobre seguro saúde e mencionou que estava pensando em iniciar um grupo no Porto porque ela já conhecia algumas brasileiras que haviam vindo para cá. Eu disse que seria ótimo e que gostaria também!
Tempos depois eu perguntei lá no grupo de Lisboa sobre se sabiam de brasileiras aqui no Porto e essa menina acabou iniciando a formação do grupo essa semana. E hoje tivemos um primeiro encontro.
Foi muito legal! Adorei a mulherada do grupo e o nome que ganhamos: Grupo de Conexão no Porto!
É muito bacana ver que a SORORIDADE está se tornando tão real quanto a fraternidade dos homens... enche meu coração de esperança...

Diário de uma brasileira estudante de psicologia em Portugal...

Sexta-feira chegou e finalmente tive minha primeira aula de estatística! A professora da outra turma é a coordenadora ou representante do primeiro ano de psicologia (ainda não entendi direito), por isso ela deu uma palavrinha com a turma antes do professor começar a aula, explicando sobre as faltas e avaliações.
O professor foi bem devagar e paciente. Entendi tudo o que ele explicou e demonstrou mas quando ele nos colocou para fazer o exercício fiquei meio confusa no início e depois me achei... eu espero! Vou fazer os exercícios que ele passou para casa e checar se realmente entendi.
No intervalo eu não era a única com lanchinho apesar de só temos essa aula hoje seria uma aula de 4 horas. Alguns coleguinhas falaram sobre o fato do professor ser descontraído e simpático e eu concordei.
No final da aula perguntei do professor qual a calculadora que eu deveria comprar. Ele disse que eu não precisaria de uma calculadora gráfica e que poderia ir a qualquer loja de eletrônicos e comprar uma calculadora científica bem simples. E ainda que poderia levar para ele conferir antes de retirar a embalagem para poder trocar se for o caso.
Segunda aula que senti um certo cuidado do professor quando o assunto era idade... a primeira foi a professora de Métodos quando estava dizendo que deveríamos aproveitar essa fase para amizades e equilibrar estudos e vida social, mas que não deixássemos de ter vida social porque seriam anos importantes para o futuro inclusive a relação desenvolvida ali com os futuros colegas de profissão. Nesse caso senti que ela queria falar para os jovens que esse momento não volta... mas olha para mim e para outra aluna também quarentona e parecia escolher palavras.
E hoje foi o professor de estatística dando exemplos de média de idade de alunos na universidade e tal, e em certo momento ele foi apontando os alunos e usando como exemplo hipotético que um teria 18 anos, outro teria 20... e quando apontou para mim disse que eu teria 19 e deu um sorriso assim meio de lado como quem diz fui generoso! kkkkkkk
Eu achei engraçado!
De toda sorte entendi o cuidado dos professores. E gostei.
Todavia, a sensação de estar novamente na universidade é completamente diferente da sensação que tive na minha primeira graduação... é como se eu soubesse exatamente o que quero o quanto quero e o como quero aproveitar o curso. É muito interessante...
Quando fiz a faculdade de Direito eu tive a sorte de me apaixonar pelo Direito desde a sua formação filosófica e suas bases principiológicas até a prática forense com a possibilidade de participar da modificação da jurisprudência por meio de teorias e casos concretos... mas eu não sabia ser aluna pois até então eu estava no colégio por obrigação e não por escolha. E meus professores não eram todos comprometidos... pelo contrário, nem metade era comprometida... uma pena! Comecei a me tornar autodidata ali com os maus professores e aprendi a amar as disciplinas quando era instigada pelos bons professores.
Durante um tempo me questionei sobre o papel do professor... meu pai costumava dizer que aprendizado é individual e que o professor apenas instiga a curiosidade do aluno... não sei... talvez em algumas disciplinas mais teóricas.
Assisti à minha Mãe lecionando a língua portuguesa e acho que é o caso daquelas aulas que sem um "explicador" fica muito mais difícil... até porque a língua envolve contextos culturais...
Bem... fato que em Estatística vou precisar assistir a todas as aulas e treinar bastante em casa...! E seja como instigador ou explicador, o professor passou com nota máxima na primeira aula!
Saí de lá pensando que sorte a minha de ter a chance de aprender um pouco essa ferramenta que ajuda os Investigadores... Adorei!
Como só tive aula pela manhã, caminhei de volta para casa, com uma paradinha básica no supermercado e vim para casa almoçar. Consegui caminhar novamente ida e volta. Mas na ida foi um pouco complexo com a neblina densa que deixou o chão molhado... acho que vou mesmo comprar meu cartão único de transporte e deixar a atividade física para o ginásio!