Ferramentas para ajudar o próximo – treinamento pessoal

Descubra o mundo, pesquise, leia, ouça, pergunte, olhe, sinta... decida o que você quer... silencie... mova-se... saia da inércia!
Agradeça. Realize e Receba! Viva a plenitude do seu Eu Superior! Você veio aqui para isso!

Quem sou eu

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Eu Sou alegre, amiga, amorosa, animada, atenta, atraente, batalhadora, bonita, carinhosa, companheira, corajosa, criativa, determinada, divertida, espontânea, extrovertida, inteligente, organizada, otimista, prestativa, responsável, risonha, sensível, simpática, solidária, sonhadora e intensa (como diria minha amiga Angela). E estou me tornando uma pessoa compreensiva, culta, descontraída, disciplinada, equilibrada e indulgente comigo!

sábado, março 30, 2013

Pode não haver amanhã

Controladora sem perceber mesmo diante das evidências da vida ela teima em não aceitar que poderiam ficar juntos... como se perdoar algum dia, depois de tantas palavras mal colocadas? Depois de tantas escolhas erradas... desde que perdeu seu primeiro amor ela seguiu perdendo o que valia a pena...
Como se perdoar depois de deixar a paixão da sua vida para trás... era por pouco tempo mas o tempo para ele se esgotou mais rápido...
Talvez a vida sem tentar controlar o incontrolável seja mais leve...
Ela que sempre procurou a leveza por meio das brincadeiras... brincou com o que era sério e perdeu a brincadeira...
A vida deu nova oportunidade... talvez por piedade... ou quem sabe ela tenha feito algo de bom e mereça?!
A entrega é seu grande desafio.
Se o merecimento existe, espero que sejam merecidas as chances depois de tantas tentativas!
O imponderável pode não acontecer mas o incansável é o sentimento de vida dos que amam...!

sexta-feira, março 29, 2013

Novamente o "e se..." sem fim!

Estou aqui pensando com os meus botões sobre o tempo em que as coisas acontecem... parece tão aleatório mas tão coordenado ao mesmo tempo... uma grande amiga minha estava solteira quando teve a chance de reencontrar seu grande amor da adolescência, na verdade ele fora seu primeiro amor... eles se reencontraram mas houve apenas uma conversa que durou umas 8 a 9 horas... passearam por alguns lugares que costumavam ir na época em que namoraram mas a conversa girou em torno das dificuldades que ele estava tendo no casamento... e ela que tinha tido algumas experiências aproveitou para enriquecê-lo com todos os conselhos e dicas do que poderia funcionar... existia a mesma tensão sexual no ar que havia na adolescência, mas foi ignorada por ambos...
Anos depois, ela - desta vez - estava casada e reencontrou esse amor novamente, achou mesmo que nem sentiria mais nada, porém, ficou nervosa e me ligou pedindo que eu a acompanhasse num encontro de um grupo em que o sujeito estaria lá... ao final da noite ela foi se despedir dele e quando voltou para a mesa do bar, ela estava sem cor... o rapaz havia se declarado para minha amiga... 
E a pergunta imediata que ela me fez: porque agora?
Pensamos juntas em várias respostas mas sem que nenhuma fizesse sentido...
Eles seguem separados por seus casamentos atuais e unidos por seus desejos da adolescência...
Essa história nos leva ao velho e conhecido "e se..." que se por um lado é um exercício de criatividade incrível, por outro, é também um passaporte para a insanidade mental porque não há possibilidade alguma de se chegar a uma resposta real... pelo simples fato de que o "e se..." significa que não foi... 
Aceitar que o que não foi simplesmente não foi é muito difícil diante do desejo de que poderia ter sido... sim... poderia... mas não foi!
Fico me perguntando se aqueles dois adiaram mais uma vez um inevitável romance ou se simplesmente são Romeu e Julieta separados por suas família que não necessariamente se odeiam mas sim obrigatoriamente os separam...

quinta-feira, novembro 08, 2012

Ela

Ela já estava na fase de encontrar um amor maduro... daqueles em que os amantes já viveram seus sonhos individuais e estão prontos para viver um projeto mais suave de companhia, de fruição das conquistas anteriores... mas Ele a convidou ao recomeço, já que no discurso Ela se dizia disposta a recomeçar sempre... afinal, recomeçar era o que Ela sabia fazer de melhor!

E foi assim... sem parar para escolher, ou melhor, sem parar para pensar nas suas escolhas, foi...

E com o passar do tempo, via-se afundando nos planos Dele... envolvida pelo enamoramento por um homem tão arrebatadoramente gentil e sensível, com alma de artista, fez o que era preciso e estava ao seu alcance para satisfazer os ideais de um recomeço... o recomeço que Ele tinha em mente... sem se dar conta de que aquele era o caminho para fora dos sonhos Dela.

Havia para Ela mais uma escolha, mas dessa vez Ela foi alertada, qual seja, a escolha entre viver sua nova realidade afastada dos sonhos e fantasias pelo dia-a-dia da convivência, ou, se tivesse certeza de que há um mundo paralelo em que ele não exige tanta realidade dela, ou em que a realidade não a confrontasse em tantos aspectos com as fraquezas da sua existência, ela poderia desfazer tudo aquilo e recomeçar de onde parou em seus planos de sonhos e repúdio à realidade.

A tradição falava sobre o quanto a realidade é satisfatória e sua alma sentia-se contrariada... Afinal, essa palavra soa como um xingamento aos ouvidos de quem soube se lançar em teses filosóficas pelo simples prazer de testá-las... ainda que isso representasse perder seu primeiro amor... depois viriam outros amores...

Mas Ela ficara sem a construção de uma história de vida ao lado do seu primeiro amor...

A tradição não acredita em pagar o preço... mas prega um amadurecimento conforme a fase da vida. E se a fase é a de responsabilidade pelas escolhas... o que A impedia de escolher diferente? Porque no fundo no fundo ela sabia que seria um preço alto demais... pois Ela acredita no VALOR que cada escolha traz em si.